Dia Mundial de Combate à AIDS e os idosos

O Dia Mundial da AIDS é realizado em 1º de dezembro de cada ano e é uma oportunidade para as pessoas, em todo o mundo, se unirem na luta contra o HIV. Hoje, avançados estudos científicos tem sido feitos no tratamento do HIV, existem leis para proteger o portadores do vírus e o acesso a informação para a prevenção é muito maior que em 1988, ano que deu início à campanha mundial. Mas quando o assunto é AIDS em idosos, o desafio da prevenção é maior para saúde pública. O número de idosos com a doença tem aumentado devido a alguns fatores como:

  • Envelhecimento da população, com um maior número de idosos que tem uma vida mais longa.
  • Aumento da sobrevida de quem vive com HIV.
  • Acesso à distribuição de medicamentos, o que faz com que as pessoas tenham uma qualidade de vida melhor, por mais tempo.
  • Melhora no tratamento das disfunções eréteis, o que prolonga o tempo de vida sexual dos idosos.

Entendendo a AIDS:

A AIDS, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é o estágio mais avançado do HIV que ataca o sistema imunológico. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável à diversas doenças, de um simples resfriado à infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado. Saber precocemente da doença é fundamental para aumentar a sobrevida do infectado.

Há alguns anos, receber o diagnóstico da doença era uma sentença de morte. Mas, hoje em dia, é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida. Para que isso aconteça é imprescindível que a pessoa que passou por uma situação de risco procure imediatamente ajuda médica. Com esse auxílio o paciente poderá tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas.

Mesmo com grandes avanços nas medicações, somente em 2014 1,2 milhões de pessoas morreram de AIDS no mundo, o que equivale a 2 pessoas por minuto. Apesar de tudo, a cada 20 minutos um brasileiro se contamina com o vírus HIV, segundo estimativas da UNAIDS, Órgão das Nações Unidas para a AIDS. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda a população que faça o teste sempre que passar por alguma situação de risco e nunca abrir mão do uso de preservativo. Para os idosos, muitas vezes a utilização de preservativos vem com o medo da perda de ereção. De uma maneira geral a terceira idade conhece a camisinha apenas como anticonceptivo – e não como proteção contra doenças. Nesse aspecto, é fundamental quebrar o preconceito e entender a importância da prevenção. Ela é a melhor – ou única – saída, já que a doença não tem cura.

Para saber mais, acompanhe as notícias da Cuidar Center Care para os idosos, familiares e profissionais de saúde aqui no blog e também no Facebook

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